O Projeto “Quarteto Domingando: Do Choro ao Forró”, do grupo Quarteto Domingando, é um projeto que constrói um diálogo entre o Choro e o Forró. O diálogo se dará através da escrita e publicação do cordel “Do Choro ao Forró” que conta a história, em linha cronológica, da influência do Choro para o Forró e a realização de duas oficinas de cordel.;
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A intérprete baiana Nega Duda entoa os clássicos eternizados na voz da cantora fluminense Clementina de Jesus (1901-1987), que ficou conhecida pelo público como Rainha Quelé. No espetáculo, que mistura música e teatro, a narrativa é livremente inspirada no livro “Rainha Quelé -Clementina de Jesus”;
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Ciclo de encontros e trocas sobre Histórias de vida e Memória LGBTQIAP+ na/da região do ABCDMRR. Com Organização #VoteLGBT e Convidades. Os encontros serão mediados pelo historiador Marcos Tolentino e contarão com a presença de pessoas que ajudaram a construir a cena LGBTQIA+ do território do ABCDMRR.;
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A oficina de Libras faz parte do projeto Libras na Quebrada, que tem o objetivo de envolver e encantar os participantes, integrando as pessoas, alunos e a sociedade na comunidade Surda. Essa interação envolve o aprendizado dos participantes com a Libras (Língua Brasileira de Sinais) de uma forma dinâmica, incluindo nas oficinas, diálogos, conversação, roda de conversa, poesia e contação de história;
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Sabedoria dos mais velhos, cadência na fala, ginga de quem já sambou em muitas rodas, a conversa com Francisco Tadeu de Paula, componente da velha guarda da Vai Vai, foi como ver um bom samba sendo composto ou interpretado na sua frente. Neste encontro com o Estéticas das Periferias, o sambista, popularmente conhecido como “Chicão”, […]
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Após dois anos sem a celebração do Dia do Graffiti no dia 27 de março, graffiteiros e graffiteiras de diversas quebradas de São Paulo, renovaram a tradição de transformar a fachada do “Predinho” da Ação Educativa por meio da expressão de suas artes. Além da inauguração dessas intervenções artísticas, o evento recebeu a graffiteira […]
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“Imagina quando voltar o Carnaval!”. Pois é, voltou! A força, a resistência e a disposição para lutar mantiveram vivos os corpos – e a memória – das mulheres, negros, pessoas LGBTQIAPN+, moradores da periferia, que, com baterias, batuques, fantasias e música transformam a rua em um espaço, em um só tempo, de festa e de […]
Acesse a notíciaTik Tak…o tempo vai passando e a gente aqui sentado no banquinho conversando. Esse refrão clássico do hip hop nacional também canta a história da Agenda da Periferia, que desde 2007 anos vem sendo um grande ponto de encontro, divulgação e fortalecimento das atividades culturais periféricas.
Nessa nova plataforma, sentados nesse novo banquinho virtual, seguimos conversando, vivendo e produzindo um novo mundo a partir da arte das periferias.
Etapa de transição
Não vamos produzir conteúdo com “um olhar de fora”. Este espaço não será uma vitrine para apresentar a arte da periferia para quem está do outro lado da ponte. Este continuará sendo um espaço da periferia, feito pela periferia e para a periferia.
O evento mobiliza inúmeros espaços culturais em todas as áreas dos fundões da capital paulistana – de Sul a Norte.
O experimentalismo artístico permeia toda a programação, que é construída colaborativamente por 50 coletivos culturais, a partir de 6 eixos curatoriais: produção cultural de mulheres, direitos humanos, culturas negras, direito à cidade, meio ambiente, futebol e cultura.











