O grupo celebra o samba de partido-alto, patrimônio cultural imaterial do Brasil, resgatando a tradição e homenageando mestres e mestras que fizeram dessa expressão musical um símbolo das raízes negras e populares.;
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O Estéticas recebe a grande final da Batalha da Mente, que reúne campeões das quebradas em um encontro de rima, batida e resistência. Mais que competição, a BDM valoriza as batalhas fora do “hype”, mostrando a potência da juventude periférica. Disputam o título os vencedores da Batalha Projeto + Rap, Batalha da Lilás, Batalha Revolta e Batalha Terça Fire.;
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Leitura encenada pelo Grupo Pandora, abordando memória e resistência. O Grupo Pandora de Teatro apresenta uma leitura encenada que desenterra a violência que molda territórios — não apenas no solo, mas na carne da memória. Onde se fala em progresso, revelam-se cicatrizes de conflitos não resolvidos, fronteiras rearranjadas pela dor e corpos transformados em mapas de dominação. A guerra não é apenas um rastro no chão: é cartografia de fantasmas, herança de feridas abertas que sangram no presente. Aqui, o território é disputa, e a memória, um ato de resistência.;
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Atividades: O Slam Nossa Voz reúne estudantes em um sarau interescolar marcado pela potência da poesia falada. A atividade celebra o protagonismo juvenil e marca também o lançamento da publicação “Combustível”, que registra produções literárias e experiências coletivas das escolas participantes.;
O Coletivo Perifatividade celebra 15 anos com uma noite de cultura hip hop em Heliópolis, reunindo a final das batalhas de MCs da região, show de Sandrão RZO e o Sarau Me Parió Revolução. A festa será conduzida pelos mestres de cerimônia Negro Allan e Vinão Alobrasil, em um encontro de poesia, resistência e celebração periférica.;
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Chefs Rodrigo Oliveira e Edson Leite em duelo gastronômico no restaurante Mocotó na Vila Medeiros, com mediação da poeta Jô Freitas. Haverá também uma Batalha de emboladores, com Peneira (Manuel Elias, pernambucano) e Sonhador (Cícero Onório, alagoano) que são mestres da embolada e do repente, levando a cultura popular nordestina para as ruas de São Paulo com pandeiro, versos afiados e humor.;
No Espaço Cultural Periferia no Centro, a artista da zona leste Mayara Amaral apresenta sua primeira exposição individual, inspirada nas festas de dancehall e reggae como espaços de resistência negra, celebração do corpo e produção cultural insurgente. A abertura contará com show de All Ice, discotecagem de Lys Ventura e coquetel, em uma noite que conecta arte, música e quilombos urbanos.;
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Na Cidade Tiradentes, o Estéticas celebra as culturas urbanas com audiovisual, poesia e performances de coletivos periféricos. A programação reúne o Cine Campinho, o Sarau Bodega do Brasil e o coletivo Rataria Cultural, promovendo arte, memória e resistência por meio da oralidade e da rima.;
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O espetáculo “Batalhas – Entre Lutas e Sonhos” se inspira nos universos de MCs, rappers, dançarinos e slammers para ressignificar os conceitos de luta e batalha, transformando a guerra cotidiana em dança, música, poesia, afeto e festa. A montagem presta homenagem aos poetas urbanos como tecnologias de resistência em tempos de desencanto. Criado especialmente para os 15 anos do Estéticas das Periferias, o trabalho inédito do diretor Sidney Santiago Kuanza celebra as Rinhas de MCs e reconhece o protagonismo das artes urbanas. Com referências ao teatro panfletário, ao Teatro Negro e às performances periféricas, o espetáculo se constrói como uma cartografia afetiva que reúne linguagens, coletivos e artistas da cena paulista. ;
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