O Ciclo de debates, dentro do contexto do Encontro Estéticas das Periferias, mergulhará profundamente nas raízes da favela para ilustrar como o encontro de lutas e imaginários dos povos indígenas, negros e nordestinos moldou culturalmente as comunidades periféricas de São Paulo.;
Neste espetáculo vamos celebrar celebra a potência criativa, política e cultural das mulheres por meio de uma grande experiência cênico-musical sob direção de Dani Nega, com as participações estão Taís Araújo, Fabiana Cozza, Linn da Quebrada, Naruna Costa, Brisa Flow, Luz Ribeiro, DJ Cinara, Izandra, além de outras artistas convidadas. Local: Sesc 14 Bis – Teatro (2º andar) – Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo/SP ;
Coletivos do Estéticas ocupam a Matheus Santos com Graffiti, Batalha de Rima, RAP, debate e Funk;
Estéticas das Periferias 2026 coloca as mulheridades no centro da cena com programação que ocupa territórios e conecta periferias ao coração de São Paulo;
O livro enquanto patrimônio cultural e histórico e a bibliodiversidade percebida como ensejo prático da democracia são os valores que norteiam a curadoria da Liga Brasileira de Editoras (LIBRE) e a Câmara Periférica do Livro (CPL) para a promoção da 9ª Primavera dos Livros de São Paulo.;
O Torneio dos Slams é um campeonato de poesia falada de times formados por poetas frequentadores de slams e é organizado desde 2017 pelo Encontro Estéticas das Periferias, da Ação Educativa, com curadoria de Emerson Alcalde. Em 2024 o evento terá equipes de São Paulo e de cinco outros estados dando um caráter nacional à competição;
O Futebol de Rua reúne meninos e meninas em um jogo de 3 tempos, onde vencer não é o mais importante. Além do gol, o jogo considera também: o respeito, a cooperação e a solidariedade. O torneio reunirá 80 participantes (crianças e adolescentes) de 10 polos que compõem a Rede Paulista de Futebol de Rua, da Capital e do Vale do Paraíba.;
O Coletivo Perifatividade é um grupo de artistas, educadores e ativistas oriundos da região chamada Fundão do Ipiranga, um complexo de diversos bairros que formam a periferia desta região.;
A cantora, dançarina e arte-educadora Rosi Reis, expoente do circuito cultural do Capão Redondo, periferia da zona sul de São Paulo, tem se notabilizado por compor versões musicais de poemas de autores da literatura periférica, especialmente de escritoras.;
Em ritmo de baião, que é muito mais que um estilo musical, é uma manifestação cultural que reflete a história e a tradição do povo nordestino. Sua cadência envolvente, suas letras cativantes através do repente, cordéis, tornando-se parte integrante da identidade musical e literária do país. ;
Dos originais à impressão, a oficina passa por todas as etapas de edição, observando as características editoriais inerentes ao gêneros literários: poesia, conto, crônica e romance. Os paratextos também serão abordados: ficha catalográfica, ISBN e expediente, com Reynaldo Damazio.;
O evento reunirá os coletivos culturais da região Noroeste de São Paulo, mostrando sua riqueza e diversidade artística, com Reggae, Teatro, Samba e Sarau. Grupos participantes: Coreto Cultural (Sarau) - Brincantes Ambulantes, Catirina Cantadeira (Teatro), Oz GuaraniI, Amigas do Samba e África Mãe do Leão (música) ;
Para essa apresentação lítero-musical, ela interpretará obras de quatro poetas cearenses: Maria Vilani, Dinha, Arlete Mendes e Jesuana Prado. Além de cearenses e periféricas, as autoras têm uma outra característica comum muito importante: são editoras;
Apresentação lítero-musical com Rosi Reis;
CONFLUÊNCIA é um encontro de águas e a união delas para, então, seguir um mesmo fluxo. Com convidades especiais, este espetáculo propõe um encontro de nossas águas internas, respeitando cada existência, para sermos potência juntes e resistirmos em meio ao concreto que tanto tenta nos secar, ditar nosso caminho e nos parar;
A Batalha da Mente, traz em seu título um duplo sentido na pronúncia – pode ser uma Batalha da mente, de ideias, pensamentos conhecimento e vivências, mas também pode significar “batalhadamente”, que simboliza a luta diária de cada corpo periférico que está na batalha da sobrevivência.;
Bar do Frango é considerado um reduto cultural na região, servindo como ponto de encontro para muitos artistas populares de diversos cantos do Brasil, como a paraibana Socorro Lira, o baiano João Bá, o amazonense Antônio Pereira e o paulista Amaury Falabella, todos consagrados músicos regionais.;
A Mesa busca contemplar veredas e movimentos de indígenas na capital paulista, considerando um ancestral também o rio que se torna um córrego suburbano. Compreender a sensibilidade, o cotidiano e legados indígenas e nordestinos na cidade de São Paulo.;
Além de incorporar elementos da cultura negra, hip hop, samba , funk, rock, punk rock, poesia marginal, evidenciando a riqueza cultural que existe nas periferias do brasil e principalmente no território do Jardim Iguatemi, de onde o grupo faz parte, a apresentação "Trovão, facão, tupã e Lampião" faz uma alusão a figuras culturais e mitológicas indígenas e nordestinos. ;
O consagrado chef Rodrigo Oliveira e a líder indígena Jerá Guarani, da Aldeia Kalipety, da Terra Tenondé Porã que fica em Parelheiros na Zona Sul de São Paulo vão fazer um bate papo e cozinhar com alimentos que fazem parte da alimentação milenar indígena e que são base para a culinária nordestina: mandioca, milho e batata, entre outros;
A partir de um olhar ancestral, vivência e pesquisa, o documentário Raízes Indígenas da Favela é um registro emocionante sobre uma parte da história de luta de tantos indígenas do nordeste em diáspora que construíram suas moradas nas margens da grande metrópole que é São Paulo.;
A partir de um olhar ancestral, vivência e pesquisa, o documentário Raízes Indígenas da Favela é um registro emocionante sobre uma parte da história de luta de tantos indígenas do nordeste em diáspora que construíram suas moradas nas margens da grande metrópole que é São Paulo, margens essas, que atualmente são conhecidos popularmente como FAVELAS, onde muitos povos resistem para manter suas culturas.;
Os autores Anderson Shon (escritor) e Daniel Cesart (quadrinista) irão bater um papo com a tradutora e editora Dandara Palankof, sobre representatividade negra nos quadrinhos de super-heróis, mediada pelo designer e apresentador Seh Marques.;
Programação composta por manifestações culturais nordestinas e indígenas com: Maracatu Baque do Boa, Cordel Urbano Ateliê móvel - Exposição de trabalhos e Pintura Mural Cultura na Calçada Exibição do curta documental Cultura na Calçada: Intervalo Cultural Discotecagem Historiada: Brega, o movimento que enfrentou a repressão Aulão de Forró com Tiago Paixão Show de forró. ;
Desde 2011, o Estéticas das Periferias afirma a força da produção cultural das periferias de São Paulo.
Mais do que um festival, é um processo coletivo de criação, articulação e visibilidade. Um espaço em que artistas, coletivos e territórios constroem, juntos, outras formas de ocupar a cidade e disputar seus imaginários.
O Estéticas é palco, ponte e movimento.
É chão batido, caminho aberto e corpo coletivo.
Sua programação é construída colaborativamente e parte dos conhecimentos, das linguagens e das formas de organização produzidas nas periferias. O encontro fortalece redes culturais, promove a circulação de artistas e coletivos e amplia os espaços de expressão e debate sobre direitos humanos, culturas negras, produção cultural de mulheres, direito à cidade, meio ambiente, juventudes, futebol e cultura.


























































